23 de março de 2017

IPA sedia reunião do Programa Mãe Coruja

Programa Mãe Coruja promove reunião de monitoramento com os coordenadores das 10 Gerências Regionais de Saúde (Geres) do Estado de Pernambuco. A reunião tem como foco debater e tirar dúvidas sobre as metas pactuadas, além de apresentar os indicadores que serão analisados, promoção do acompanhamento das regionais de saúde e a atualização do sistema de informação.  

A ação que acontece mensalmente foi realizada na sala de reuniões, nesta quinta-feira (23), na sede do Instituto de Agronomia de Pernambuco - IPA (parceiro do programa). Participam do Programa

A gerente de Monitoramento do Programa Mãe Coruja do Estado de Pernambuco, Virgínia Moura, ressaltou a necessidade das reuniões para o programa. “Reuniões como essa tem a relevância de compartilharmos experiências exitosas e afinar o andamento das metas pactuadas do programa.”

Programa Mãe Coruja – O programa foi iniciado em 2007 e tem como objetivo a garantia de uma gestação de qualidade e um bom período pós-parto para as mulheres e crianças atendidas. Proporcionando o direito a um nascimento e um desenvolvimento saudável, reduzindo assim os índices de mortalidade materna e infantil do Estado de Pernambuco.

O programa já acompanhou de 2008 a 2016, mais de 163 mil gestações, além de mais 121 mil crianças nascidas vivas. As ações são realizadas através dos Cantos Mãe Corujas com o auxilio de dois profissionais que promovem o cadastramento e o acompanhamento das gestantes e seus filhos.

A ação tem suporte de 11 secretarias do governo do Estado: Secretaria de Saúde, da Educação, do Desenvolvimento Social, Criança e Juventude, de Planejamento e Gestão, da Mulher, da Micro e Pequena Empresa, de Agricultura e Reforma Agrária, Trabalho e Qualificação, Cultura, e Turismo, Esporte e Lazer; além dos Gabinetes e de Projetos Estratégicos.

No programa é mantido um calendário de capacitações para os profissionais de saúde dos municípios participantes. O Mãe coruja atua nas áreas de parto humanizado, imunização, saúde da mulher, aleitamento materno, segurança alimentar e nutricional, monitoramento da criança de risco, entre outras.

Existe também um incentivo a investigação do óbito materno, fetal e infantil. Para buscar um melhor desempenho, visualizar necessidades e encaminhamentos, foi criado o Sistema de Informação (SIS), por onde se promove o monitoramento das ações decididas.

 

 

Fonte: Núcleo de Comunicação