24 de janeiro de 2019

Preservar a mangaba é necessário; livro tratando do tema foi lançado no IPA

O livro “Áreas Remanescentes e Extrativismo da Mangaba no Estado de Pernambuco”, uma parceria entre o Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) e a Embrapa, foi lançado nesta quarta-feira (23), no Auditório Ruy Carlos do Rego Barros, na sede do Instituto, no Recife. O evento contou com a presença do presidente do IPA, Odacy Amorim, da ex-presidente do órgão, Nedja Moura, além de pesquisadores, professores, estudantes, agricultores, extrativistas, entre outros ligados à área. 
 
Para o extensionista do IPA e co-autor do livro, Maviael Fonseca de Castro, a obra é um trabalho que mostra a importância de se criar políticas públicas eficazes de preservação do fruto, um bem natural que não pode sumir, por fornecer subsídios para pesquisas e ações relativas à causa. Opinião esta compartilhada por Josué Francisco da Silva, pesquisador da Embrapa, especialista em frutas nativas e também co-autor que completou informando que o título – que é todo digital – oferece um mapeamento completo com dados e sugestões para a manutenção da cultura da mangaba. A obra acompanha dois mapas do litoral Norte e do litoral Sul de Pernambuco.
 
Entre as fruteiras nativas que compõem a biodiversidade do litoral pernambucano, a mangabeira (Hancornia speciosa) é uma importante matéria-prima para a agroindústria de sucos e sorvetes da região. A obra também tem como colaboradores Raquel Fernandes de Araújo Rodrigues, Dalva Maria da Mota, Heribert Schmitz, Daniel Chaves Webber e já está disponível para download neste link (https://www.embrapa.br/busca-de-publicacoes/-/publicacao/1101229/areas-remanescentes-e-extrativismo-da-mangaba-no-estado-de-pernambuco), no site da Embrapa e no do IPA. 
 

 

Fonte: Núcleo de Comunicação do IPA