13 de maio de 2020

Projeto Dom Hélder Câmara muda realidade de agricultores familiares de PE

O Projeto Dom Hélder Câmara vem mudando a vida do agricultor familiar em situação de pobreza, apoiando o desenvolvimento sustentável no semiárido do Nordeste, melhorando a produção e promovendo o acesso ao mercado e melhoria da renda dos agricultores e das agricultoras. A ação, na segunda fase de execução, é realizada pelo Governo do Estado, por meio do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) e Fundo Internacional para Desenvolvimento Agrícola (FIDA), por meio da assinatura do Instrumento Específico de Parceria - IEP nº 009/17.

A iniciativa começou em 2017, em 913 municípios no Brasil, com 74 mil famílias beneficiadas em 11 estados, nove do Nordeste e dois do Sudeste, Minas Gerais e Espírito Santo. Em Pernambuco, foram selecionados 58 municípios que integram o semiárido pernambucano, no Agreste e Sertão, atendendo de forma continuada e diferenciada 5.460 famílias em situação de pobreza ao longo de três anos. As ações envolvem oficinas, intercâmbios, acesso a tecnologias sociais, elaboração de projetos produtivos e disponibilização de recursos para alavancar a produção agrícola e outras atividades não agrícolas.

A implantação de Unidades de Referência – UR, uma das atividades prevista no projeto, faz parte da estratégia do desenvolvimento comunitário, que tem como objetivo gerar conhecimento dentro da própria comunidade, utilizando tecnologias já desenvolvidas. Em Pernambuco, são 58 URs identificadas  em processo de implantação.

Desse total, 25 já receberam intervenções que foram identificadas na metodologia de trabalho. São elas: perfurações de poços; construção de cisterna calçadão; implantação e ou melhoria de instalações físicas nas atividades de criação de galinha caipira, suínos, caprinos, ovinos, pecuária, artesanato; construção de cisternas, calçadão e banheiros; implantação de sistema de energia solar, irrigação por gotejamento, biogestores e implantação de unidade demonstrativa de palma forrageira.

 

Fonte: Núcleo de Comunicação